Comissão deixa de debater a questão

20/08/2013 11:23

Apesar de ter como uma das metas prioritárias a promoção do diálogo entre o Parlamento estadual, órgãos públicos e a sociedade, no sentindo de buscar políticas que garantam, sobretudo, a segurança pública, a comissão de Defesa Social da Assembleia não tem acompanhado como deveria a problemática da violência no Ceará. São poucos os debates ou cobranças feitos pelo colegiado, o que faz com que as discussões sobre o tema sejam praticamente restritas ao plenário, onde oposição e até aliados criticam e cobram mudanças.

O presidente da comissão, deputado Delegado Cavalcante (PDT), afirma que o trabalho tem sido "limitado", porque, na maioria das vezes, as ações do colegiado são barradas pela maioria aliada ao governador Cid Gomes (PSB). Dos cinco membros do colegiado, quatro são da base aliada. O pedetista alega, contudo, que, mesmo com as limitações, a comissão tem discutido a questão da segurança a e anuncia que vai propor um regime de trabalho "diferente". Essa comissão, como as demais, não tem cumprido o calendário.

Diário do Nordeste - 20/08

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